1 de agosto de 2008 às 15:38

[The G Word] Game of Love

Game of LovePasmem! Domingo passado – na minha bem sucedida prova de transferência da USP – tinha um texto sobre uma pesquisa realizada por economistas, que analisam comportamento humano. As conclusões dessa adorável falta do que fazer pesquisa era de que o excesso de escolhas no nosso dia-a-dia consumista nos leva a tomar péssimas decisões.

Aliando a isso uma leve reflexão semanal sobre acontecimentos cotidianos em minha conturbada vida, devo dizer que estou resumindo minhas escolhas a partir deste momento a somente duas opções, uma visão positiva e outra negativa quando for possível.

Bom o fato é que estava analisando minha postura noturna, especificamente em baladas e em relacionamentos com pessoas em geral e decidi que, ou assumo a minha natureza humana de caça e “you’re one night stand” ou, então, a outra opção seria encontrar um bom psiquiatra e tentar achar uma solução, nem que essa estivesse em mais uma das histórias do fantástico mundo Disney.

É, me conhecendo bem posso dizer que vou acabar ficando com a primeira opção. Primeiro que pagar um psiquiatra não é pra qualquer um, apesar de necessário. Segundo, que as profundas análises da semana passada me fizeram ver que mesmo insistindo nessa de amor e alguém que preste, eu não estou atrás de um relacionamento e sim do famoso e talvez odiado, jogo da conquista.

Todo esse progresso foi observado porque todas as minhas “opções” (sem ofensas) que passaram de uma noite ou duas no máximo perderam totalmente a graça. Os únicos que restaram são aqueles que entraram no jogo e começaram a me esnobar, ou seja, ficaram difíceis e querem ser re-conquistados. Esses sim realmente mexem comigo. Agora que sabemos que meu negócio é ser “mina de malandro”, falta só descobrir porque raios eu reclamo tanto de algo que eu não quero…

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