Spore [Game Review]
2 de setembro de 2008, um amigo chega por msn me falando sobre o jogo mais esperado do momento: SPORE! “É um jogo em que você cria sua própria criatura, e vai evoluindo ela até alcançar a fase civilizatória, do mesmo criador de The Sims e Sim City e blá blá blá”. Uadarréééu, eu pensei, esse jogo deve ser muito legal. Logo fui atrás de vídeos, para ter uma melhor idéia de como seria o tal jogo:
Uaaau, eu quero, comofas?
Empolgação total, imaginem só! Um jogo no qual você cria sua criatura, com as características que você quiser, e vai evoluindo ela através das eras até chegar em uma época na qual você pode explorar galáxias inteiras!
A princípio eu imaginei algo como Rise of Nations, só que com elementos de Black and White. Ia ser realmente divertido jogar um jogo assim, controlar um exército de criaturas com atributos físicos criados por você, à sua maneira ^^.
Enfim, logo consegui uma cópia do jogo (não me perguntem como =D) e fui jogar. Passei uma manhã inteira jogando, cheguei na fase espacial, tudo a mil maravilhas. Mas eu queria ver até onde o jogo mudaria caso eu começasse outra criatura e fizesse escolhas diferentes. No outro dia comecei uma nova criatura. Vamos fazer escolhas diferentes agora, pensei, e fui jogando.
ACREDITEM, FOI A MELHOR EXPERIÊNCIA DA MINHA VIDA EVER!!!!!!!11!1!ONZE!!!!UM11!!!!
Que lixo!
Aquele jogo me revoltou, me deixou frustrado.
Com a propaganda que o Will Wright fez desse jogo acerca das inúmeras possibilidades de criação e recriação das criaturas (não sei quantas cores, vários braços e pernas diferentes, customize o corpo como quiser), não deveria ser admissível nenhum sentimento de rotina, ou repetição, afinal, esse é um dos chamativos do jogo. E o incrível é que as coisas se repetem muito!
Por mais que você crie criaturas diferentes toda vez que for jogar, ou faça escolhas diferentes durante o jogo, os processos serão os mesmos =S
Fase larval: você só vai escolher o que comer. De resto você é uma planária (vesga) que vai ficar fugindo de predadores maiores até se tornar maior que eles e poder matá-los.
Fase criatura: essa parte se resume a conquistar, matar, fugir, coletar partes novas de corpo, comer. Ao longo do jogo você pode angariar parceiros da mesma espécie ou espécie amiga para te ajudar nos processos acima destacados. Vocês já devem ter lido isso em algum lugar, mas realmente foi uma boa comparação: parece um MMORPG!
Fase tribal: essa parte se resume a conquistar, matar, fugir, coletar partes novas de corpo, comer… Déja Vú? Fock no!
Essa seria a parte onde entra a estratégia de verdade, onde você controlaria de verdade toda sua tribo, criaria um exército para aniquilar as outras tribos, enfim, todos aqueles conceitos de RTSG. Pois é, em SPORE não. Você começa com poucos habitantes e a medida que você vai derrotando ou conquistando outras tribos você tem direito a criar mais uma unidade de seus monstros. Detalhe: toda vez que você for jogar vai ser igual, as únicas coisas que vão mudar são o cenário e a forma dos bichos, e dependendo da escolha que você faça você vai definir se você vai ser um Gengis Khan da vida ou um Mahatma Gandhi.
Will pecou extremamente na jogabilidade desta parte. Os comandos são parecidos com um RTSG, porém confusos, além do que os controles da câmera fazem você olhar pro outro lado sem querer o tempo inteiro, te fazendo perder a paciência inúmeras vezes.
Fase civilização: É um estilo de War (é, aquele de tabuleiro mesmo!) virtual. Você tem suas cidades e precisa conquistar as cidades inimigas através da religião, diplomacia ou usando suas unidades terrestres, navais e aéreas por meio da guerra. Possui apenas um tipo de recurso coletável que serve pra construir suas unidades ou torres de defesa, para customizar algumas bugigangas de civilização etc, e que é obtido quando você ataca uma espécie de bombeador, semelhante aqueles de petróleo. Depois que você os ataca ele automaticamente passam a ser seu.
Fase espacial: É de longe a parte mais chata. Tudo o que você faz é viajar o universo com uma nave, realizando missões, o que acaba fazendo você conhecer novos planetas. As missões são muito repetitivas. Outra coisa incômoda é que caso seu planeta seja atacado, você vai ter que fazer todo o caminho inverso, de onde quer que você esteja para defendê-lo. Isso deixa o jogo muito frustrante!
Enfim, imagine o jogo Super Mario World. Agora imagine que você possa jogar com outros personagens além do Mario e do Luigi, só que a única coisa que vai mudar no jogo inteiro são as cores dos pixels que representam o char principal no seu monitor! Nada de poderes ou habilidades diferentes pra cada personagem. Bom, até aí EU jogaria, afinal Mario é Mario. Agora imagine que o jogo inteiro só tenha CINCO fases! As mesmas fases!
Bom, agora é esperar pra ver se o tio Will vai fazer igual The Sims: lançar um jogo base e em seguida 7318738 expansões. Sinceramente? Eu acho que ele vai lançar são packs de fixes :D
Abaixo segue os requerimentos do jogo, caso você decida adiquirir um e depois jogar fora para jogar e tirar suas próprias conclusões.
Requisitos Mínimos
Processador: Pentium IV 2 GHz ou Athlon equivalente
Velocidade do processador: 2 GHz
Memória RAM: 512 MB
Vídeo: 128 MB
Direct3D: Sim
Versão do DirectX : 9.0c
Sistemas Operacionas : Windows XP, Windows Vista

Nota do Mestre: Joker vai ser nosso novo comentarista de games. Tenham paciência com o estagiário porque ele é novo mas muito esforçado =D.
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Cara o meu Spore acabou de chegar! Submarino foi rápida…rsrs
Tomara que eu goste, eu ainda não testei!!
Abraços
Eu também não joguei, acho que tenho que trocar meu comp primeiro hauhauhu
Jogaí e depois volte pra falar o que você achou :D
MUITO BOM, Joguem que vale a pena!!
Eu gosto do jogo, mas não consigo encontrar a nave no planeto Zeto !! Ajudem-me por favor !!
olha, pelos otimos graficos e a jogabilidade parece ser bom mas.. como o comentarista de games acima falou qe são cinco fases!! esse é o erro do jogo mas pelas variadas opçoes de criar vc até qe se anima se foce para dar nota de zero a dez eu daria 8,9 é um bom jogo .