Sexta-feira 13 [Crítica]
Friday the 13th

“Seu nome era Jason… e hoje, é seu aniversário.”
Eles está de volta e melhor do que nunca esteve. É uma pena que para toda uma geração “sub-20″ a lembrança mais vívida dos filmes de terror do famoso usuário da máscara hockey seja apenas Jason X. Agora eles terão a oportunidade única de viver o que nós moleques da década de 80 tivemos chance de ver… O nascimento de um serial killer sobrenaturalmente fodão e indestrutível que marcou gerações.
A história de Sexta-feira 13 é no mínimo redundante, sendo um remake do original de 1980. Um garoto se afoga no Acampamento Crystal Lake e em seu aniversário, sua mãe decide se vingar tentando matar todos os seus funcionários. Ela é impedida e morta por um facão, mas muitos anos depois seu filho parece não ter morrido e continua seu trabalho se vingando de todos que se aproximam do acampamento por qualquer motivo que seja, usando o mesmo facão. Seu nome é Jason Vorhees. A história principal se passa com o jovem Clay Miller procurando sua irmã desaparecida nos arredores da cidade enquanto um grupo de jovens aproveita um fim de semana em uma casa de veraneio as margens do lago Crystal. Aí a coisa realmente começa a pegar fogo…
Como em todo filme de Sexta-feira 13 e similares, a história é irrelevante. O que realmente importa é como contar cada morte das vítimas de Jason com genialidade e tensão. O diretor Marcus Nispel fez um trabalho primoroso revivendo Jason, na verdade o tornando mais atual e vivo do que nunca. Alguns fãs xiitas reclamaram de não ter tão presente a famosa música tema, mas a recriação musical ficou muito mais empolgante. O ritmo é mais rápido e até a música ganhou um “empurrãozinho” que parece ter ajudado muito. Tudo no lugar e melhor que o primeiro. Jared Padalecki, o Sam da série Supernatural, faz o papel de Clay e sua experiência no sobrenatural e lutar com criaturas no mínimo inusitadas caiu otimamente bem para o mocinho do filme. A jovem Danielle Panabaker de apenas 22 aninhos e não muita bagagem na carreira faz uma ótima mocinha como uma das jovens do grupo que está apenas relaxando as margens do lago. Dá muita vontade de levar essa fofurinha pra casa e tomar atitudes ‘profanas” com ela.
Detalhe para os atores Aaron Yoo e Arlen Escarpeta que fazem a parte cômica do segundo ato, além de Jonathan Sadowski que interpreta o nerd no começo do filme. Impagável.
Dentro de seu gênero, Jason é o nosso famoso “herói”. Incrível como esse é um dos poucos filme sem que você sempre torce pelo bandido. Sempre queremos que ele nos alivie a tensão com as mortes mais inacreditavelmente absurdas da história. Também parece que a cada susto que ele nos dá, gostamos mais do brutamontes. É totalmente inexplicável. Nós de alguma forma esperamos que o mocinho e a mocinha escapem – ou pelo menos a mocinha, dependendo da franquia – mas, é para Jason que torcemos em Sexta-feira 13. Os comentários no cinema não atrapalham nesse caso, são uma experiência a mais. Rimos com algumas coisas ridículas e ficamos tensos em outras horas. É um dos poucos filmes em que a comédia e o mais absoluto “gore” andam de mãos dadas em perfeita sintonia. Noss matador favorito está para o terror como Darth Vader está para a ficção científica, Chuck Norris para os filmes de ação e Jack Bauer para as séries de TV. Nota especial para as gostosas que estão muito de parabéns e para a nudez excessiva que nunca é demais.
É um clássico do terror. Nada de armadilhas complexas e torturantes ou mistérios insolúveis com finais surpreendentes. O filme é na verdade um grande tributo a toda a franquia e não apenas um simples reinicio. O momento em que ele coloca a máscara pela primeira vez causa até comoção no público. Na hora em que ele pega seu famos facão e parte para o ataque é no mínimo catártica. Esse é o verdeiro muthafuckin Jason no muthafuckin Crystal Lake e se não gosta de terror com violência TOTALMENTE gratuita (eu diria ZeroOitocentos, HÁ! =D) então nem se arrisque ir ao cinema. Mas com certeza para fãs de filmes de terror, vale cada centavo gasto na entrada e é a melhor opção para quem não quer assistir os trocentos dramas do Oscar.
Para os já fãs do remake, fiquem felizes em saber que uma sequência já está a caminho e Marcus Nispel já está cotado para o mesmo papel de diretor. O faturmento do fim de semana nos States, onde terá um feriado prolongado, será em torno de mais de U$ 50 milhões. Apesar de se esperar também menor receptividade dos críticos, alguns deles que cresceram assistiram Jason (como este que vos fala) teceram ótimos elogios. Não bastasse isso, Michael Bay – que produz o filme – e cia estão agora apontando também para “A Hora do Pesadelo. Aguardem!








concordo que sexta-feira é uma homenagem aos fans,existe um fio condutor na história que deixa a desejar, sobre o fato do diretor não decidir sobre um assassino brutal,mas sem dar um passo para a fronteira do sobrenatural e o Jasson que todo e qualquer fan sabe (sem explicações convicentes,infelismente) que ffoi perpetuado na série.Gostei extremamente do filme,mas tenho que chamar a atenção pra um detalhe.Jason continua perseguindo suas vitimas com aquele passinho lento que é caracteristico dele,suas vitimas CAPA-O-GATO-NA-CARREIRA sem resultados pois nosso Jason sempre as alcança,eis que acontece uma coisa que considerei um pouco racista pois o unico negro do filme ao tentar escapar de Jason e queimar na carreira adivinhem o que jason faz??? è isso aí ele corre e pasmem não alcança o ”NEGRÂO” é preciso que ele lance uma machadinha pra parar a corrida do sujeito…bom,de qualquer forma seja bem vindo de volta..longa vida pra Jason e que ele nunca masi se encontre com FRED (éca)
Não entendi se é racismo porque ele escapou do Jason incialmente ou por conta da machadinha. As vezes a capacidade das pessoas de enxergarem discriminações em certos lugares vai além da compreensão. E por discriminação, não digo discriminação racista apenas. Pessoas enxergam distinções em lugares que ninguém imagina.
Para mim o “Negão” era só mais uma vítima, ele podia ter sido, enforcado, esfolado, empalado, ou quatrocentas outras formas que o nosso grandão querido tinha para matar, mas de alguma forma uma machadinha nas costas se tornou algo “racista”.
Será que é racismo mesmo?
não é a machadada nas costa q eu ”identifiquei” como racista devo ter me explicado mal MESTRE ZEN, o fato é que os nossos campeões velocistas são em sua maioria negros e há um concenso basicamente geral (maldoso talvez) que qualquer branco teme desputar com um negro em corridas sem contar as piadinhas que existem aos montes,e pelo fato deste personagem ser o unico que faz nosso JASON correr,essa idéia me passou pela cabeça,mas no final das contas é como você mesmo disse eu posso estar enxergando algo que não existe,só quiz abrir uma possibilidade de pensamento,mas me diz aí? na trajetória do nosso amado grandão quando foi que você o viu correr? hã,hã,hã??
Já tinha visto ele correr, mas faz muito tempo, foi no quinto ou quarto filme se não me engano e na época nem os famosos afro-descendentes estavam nos filmes de terror… aliás, nem o termo existia hauhuhau
Agora, se você pensou em velocistas, racismo, toda a história do Jason e afins no espaço de 5 segundos entre a corrida e a machadada, parabéns, seu raciocínio é campeão hehehe