Brasil começa a ser levado a sério economicamente
“O crescimento brasileiro, ao contrário do venezuelano, se baseia mais no investimento privado do que no gasto público. Diferentemente da Argentina, o Brasil não está permitindo que a inflação ponha em risco a estabilidade econômica”
Para ele dois fatores foram cruciais nessa mudança economica ao longo dos anos. Primeiramente a implementação do Plano Real, trazendo alguma estabilidade ao cenário interno e controlando a inflação. Em segundo lugar seria a surpresa de Lula continuar alguns dos esforços econômicos de seu antecessor. Reid cita como exemplo a concessão de independência dada pelo presidente ao Banco Central. O artigo cita também a possibilidade de o Brasil se tornar uma superpotência energética, graças ao etanol de cana-de-açúcar, que seria outro fator para o crescimento econômico.
Mas nem tudo são flores… O jornalista lembra que ainda existem grandes empecilhos para a economia brasileira deslanchar. Entre os principais estão a violência, a ineficiência do sistema judiciário e a carga tributária que representa 36% do PIB.
“O pior é que o sistema político dificulta a mobilidade das maiorias para impulsionar mudanças [...] Para muitos economistas, ele (Lula) deveria ter utilizado os recursos gerados pela exportação das matérias-primas para reduzir com mais afinco tanto a dívida pública como os impostos.”
Além disso, o editor do The Economist fez sérias críticas a política externa brasileira. Apontou que apesar da melhoria nas relações com países da América do Sul, Lula demorou muito para começar a investir nessa área de forma economicamente efetiva.
Entre prós e contras, ele afirma que o Brasil está começando a ser encarado como um país sério economicamente. VEREMOS… veremos…
Fonte [UOL]
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=)
Nada que uma boa garimpada por ae não resolva, hehehe
Valeu pelo comment