7 de fevereiro de 2009 às 14:30

Noivas em Guerra [Crítica]

Bride Wars

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Amigos para sieeeempreeeee… NOOOOT

Antes de começar, devo dizer que esse é um “chick flick” – para quem não sabe, é um filme feito com garotas para garotas – então deixe sua testosterona toda no lado de fora da sala de cinema E dessa crítica e aproveite a viagem. Casamento pode até ser algo menos valorizado hoje em dia, mas com certeza sua forma cerimonial está bem longe de acabar. Isso e um pouco de competitividade feminina são ingredientes mais do que suficientes para dar algumas risadas e até sentir uma vergonha alheia por uma briguinha entre amigas…

Em Noivas em Guerra, Liv e Emma são melhores amigas de infância que apesar de personalidades totalmente diferentes se mativeram unidas a vida inteira e compartilham um sonho em comum: a cerimônia de casamento perfeita. Quando as duas ficam noivas quase simultaneamente e decidem desfrutar sua alegria unidas, começam a planejar seus respectivos casamentos até que surge um empecilho. Por um infortúnio do destino, elas tem seu casamento marcado para o mesmo dia no mesmo lugar e então começa uma verdadeira guerra…

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O diretor Gary Winick não tem muita experiência, mas é famoso por suas comédias familiares leves. Tendo feito A Menina e o Porquinho (Charlotte’s Web) e De Repente 30 (13 going 30), conseguiu juntar ambos os climas em um filme bem próximo de um meio termo entre o romântico e o infantil. O lado visual de seus filmes sempre foi impecável e essa qualidade continua. Um pequeno empecilho está no roteiro que apesar de ter uma premissa interessante, peca na parte “cômica” em alguns momentos. O que realmente faz o filme valer a pena é o elenco recheado de astros e estrelas, principalmente pelo lado feminino. Com Kate Hudson e Anne Hathaway interpretando respectivamente as mocinhas da trama, não tem como dar errado. Cativantes, simpáticas, engraçadas e principalmente gatíssimas bagarái. A química entre as duas também pareceu fantástica. Sem mencionar participações mais do que ilustres que apenas alguns antenados nas séries de TV dos anos 90 vão reconhecer, destacando Candice Bergen – a saudosa repórter Murphy Brown – como a cerimonial Marion St. Claire e narradora da história.

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O filme é simplesmente encantador em vários aspectos. Claro que não se deve ir para esse tipo de comédia esperando grandes surpresas. Como eu comentei, o roteiro fica um pouco a desejar nas “novidades”. Com certeza é a medida que a “pequena rixa” vai escalando é que as risadas vão surgindo e por esse motivo ele pode parecer se arrastar por um bom temo antes de ficar interessante mesmo. Particularmente a cena da “batalha de dança” valeu para mim, como homem. É a famosa competitividade feminina que chama toda a atenção mesmo. Claro que a mensagem não fica presa nesse ponto e sim fala o tempo todo sobre a amizade ou os efeitos da falta dela na nossa vida e que amor ideal não é exatamente aquele entre o mocinho e a mocinha na novela, ou das famílias perfeitas nos natais hollywoodianos, mas vem em todos os formatos e pacotes.

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De qualquer forma, se você é um cueca assistindo isso, pode aproveitar levando uma garota bem sensível ao cinema e deixando-a vulnerável para dar o fecha. Aos meus colegas homenzinhos, tenho apenas uma frase para te levar ao cinema: Anne Hathaway com shortinho de couro dançando sensualmente.Você também pode simplesmente aprender como as mulheres são estranhas.  Sério, é um verdadeiro laboratório de observação. E para as meninas, é um prato cheio. Vá com as amigas preferencialmente naquela famosa “Girl’s Night Out” em que vocês assistem um filme e depois saem pra fazer aquelas coisas que sei lá que as mulheres fazem quando saem todas juntas ;]

Agora, se não tiver muito animados para assuntos como amizade, casamento, etc. Espera sair em DVD. É boa diversão em família.

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Crítica