Keanu Reeves empolgado com Cowboy Bebop
Quase ponho essa na seção de fofocas, mas é uma entrevista genuína com o Escolhido. Keanu Reeves falou a MTV sobre suas idéias e a quantas anda a produção live action do anime Cowboy Bebop. Para quem não teve contato com um dos melhores animes de todos os tempos, e a sua trilha sonora mais fodástica ever, Beebop conta a história de uma equipe de caçadores de recompensa que viajam pelo universo em 2071 caçando criminosos que se aproveitam da superpopulação interplanetária e do advento dos portais de hiperespaço para escapar da justiça.
Reeves não esconde a tietagem em torno dos criadores Shinichiro Watanabe e Keiko Nobumoto. Também não escondeu seu fanatismo por animes, inclusive uma das grandes influências para a criação de Animatrix e certos aspectos dos animes japoneses na triologia Matrix.
“Tem uma qualidade Western, em um aspecto de filme noir nele. Tem tanto estilo nele e isso é parte de seu apelo. Esse tipo de aspecto Velho-Oeste, interiorano, ficção cientifica low-tech.”
O filme está sendo produzido por Erwin Stoff, que tem muita experiência com os projetos que Reeves estrela. Keanu obviamente vai interpretar Spike Spiegel e acha legal a idéia do ponto de vista visual:
“Eu acho que isso é o sonho de qualquer designer de produção. Acho que vamos precisar apenas de um bom designer.”
Quanto a história, ele soltou algumas coisas que podemos esperar serem usadas do desenho que tem 26 episódios e um filme especial. Pelo visto vão se focar na droga experimental criada pelo exército que dá super-reflexo e consciência para o usuário.
“Estamos usando a história do Red Eye, o começo da série e então vamos lidar com o fim da série. Estamos tentando bolar ainda como. Olhando para a história agora.”
Quanto as partes da longa história que vão usar ou tornar mais relevantes. Ele foi bem explicativo e no mínimo modesto, sabendo que o desafio é grande e que nem sempre é possível fazer algo 100% fiel.
“Sim, é tão episódico e disconexo. Estamos tentando descobrir quais partes colocar juntas para contar a história, porque tem um formato tão curto para fazer uma versão de 2 horas. E tem uma obrigação tão grande para uma ‘história-origem’; você tem muito para colocar no contexto, mas não quer fazer tudo isso. Tem muitas coisas para se levar em consideração, mas nós achamos que podemos fazer algo bom.”
E quanto a legião de fãs exigentes que vão estar bufando no pescoço deles antes, durante e depois da produção, ele apenas disse:
“É por isso que nós queremos fazer”
Gostei dessa última parte. Ele parece realista mas empenhado e se o produtor seguir a mesma linha, temos um novo “Homem de Ferro” no quesito “adaptação fiel”.







Comente