The G Word
Nossos correspondentes embaitolados, PH e Pe, abrem nossas cabeças sobre o mundo GLS e suas curiosidades.
Nossos correspondentes embaitolados, PH e Pe, abrem nossas cabeças sobre o mundo GLS e suas curiosidades.
Não é crítica da música de Michelle Branch, é o dilema amoroso de nosso colunista Pe.
Alguém poderia me dizer quando será possível sermos nós mesmos sem nenhuma barreira contra isso?
Eu estava brisando muito hoje e chegay a seguinte tese: na noite gay, você pode estar rodeado de amigos, pessoas conhecidas e tudo mais, porém na luz do dia, você está sempre sozinho. Calma, vou tentar explicar melhor.
É claro que nessa época do ano queremos estar com alguém, sair pra jantar a luz de velas, tomar aquele vinho tinto, depois dormirabraçadinho no conforto de casa e ouvir ‘te amo’ inúmeras vezes. No mundo gay isso também acontece muito…
“Homofobia mata! Por um estado laico de fato”, era isso que se lia por todos os lados na parada gay de São Paulo.
Ontem me ocorreu que se houvesse algum tipo de lobotomia eu total me inscreveria… Sabe assim algum tratamento “eu não quero mais ser gay”…