Pesquisa explica como “usinas de energia” das células dão saúde a quem malha
Já é de conhecimento geral que quanto maior a capacidade cardiovascular e aeróbica, menor o risco de desenvolver diversas doenças cardiorespiratórias. Agora uma pesquisa é capaz de demonstrar exatamente porque isso é verdade através da relação entre o funcionamento das células e as capadicades cardiorespiratórias de uma pessoa.
Os pesquisadores usaram dois grupos de ratos de laboratório. Uma geração com alta capacidade física e outra com baixa capacidade aeróbica. Os ratinhos mais "malhados" eram 3 vezes mais resistentes ao esforço que os outros. Os mais fraquinhos tinha grandes fatores de risco para doenças cardíacas, como colesterol alto, resistência a insulina e uma "barriguinha, ou seja, maior gordura abdominal. Esse fatores são parte da síndrome metabólica.
A explicação está no funcionamento das mitocôndrias, que são como micro-usinas de energia no interior da célula. Os ratinhos marombados tinha níveis mais elevados de enzimas oxidativas e proteínas utilizadas pelas mitocôndrias na produção de ATP, importante na manutenção da pressão arterial. E outra notícia melhor ainda é que os ratos "preguiçosos" depois de submetidos a um intenso treinamento físico melhoraram seus fatores de risco.
Que exercício fazia bem, todo mundo já sabia, mas a ponto de mudar as estruturas das próprias células dando um "boost" na nossa produção de energia é que é novidade. Vai uma energiazinha aí? =D








Desencavou essa do fundo do baú. Não sei de onde tirei e algum tempo atrás realmente eu esquecia de por a fonte em um ou outro artigo, mas vai acompanhando que você vai ver que as coisas mudaram muito de lá pra cá.