Juiz diz que não houve complô para matar Diana
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O juiz Scott Baker, a cargo da investigação judicial sobre a morte de Diana de Gales, afirmou nesta segunda-feira (31) que “não há provas” de que o príncipe Philip ou os serviços de espionagem britânicos MI6 tenham ordenado a “execução” da princesa, ao resumir o caso no Tribunal Superior de Londres.
“Não há provas de que o duque de Edimburgo tenha ordenado a execução de Diana, e não há provas de que os serviços de inteligência ou outro organismo do Governo tenha organizado” o ato, disse Baker, ao a resumir os pontos principais do caso, antes que os membros do júri se retirem para considerar a sentença.
O juiz acrescentou que as teorias da conspiração argumentadas pelo dono das lojas de departamento Harrods, o milionário egípcio Mohamed al-Fayed (foto), não tiveram fundamento.
“Não há prova alguma” para apoiar a afirmação de Al-Fayed, que acredita que os serviços secretos, com o apoio do marido da rainha Elizabeth II, participaram de uma conspiração para impedir que Diana e Dodi al-Fayed pudessem se casar.




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