G.I. Joe: A Origem de Cobra [Crítica]


“YO, JOE!”
MAS QUE P*** FILME DIVERTIDO DO C******!!! Tendo dito isso, vamos fazer uma viagem no tempo que alguns críticos falhou em fazer. Desde que o mundo é mundo, pelo menos na segunda metade do século XX, existia uma verdade infantil universal. Meninas brincam de Barbie e casinha, meninos de Comandos em Ação, carrinhos ou ambos. Os tempos mudaram, mas toda uma geração foi criada nesses moldes. Claro que os famosos brinquedos da Hasbro – aqui no Brasil distribuídos pela Estrela – mudaram para outros diversos nos últimos 15 anos como Max Steel, Hot Wheels, etc, etc, etc. Mas a verdade universão infantil do século XX permaneceu alí latente. Eis que alguém finalmente NÃO estuprou meus heróis de infância e fez algo a altura dos brinquedos, do desenho e de toda a ação non sense das brincadeiras infantis que tanto amamos. Sim, G.I. Joe é um filme sem sentido, NÃO, o filme não deixa de ser menos magnífico por isso.
Em G.I. Joe: A Origem de Cobra, Somos apresentados aos soldados Duke e Ripcord que estão responsáveis por transportar uma poderosa arma nanotecnológica de um fabricante de armas para uma base militar da OTAN. No processo eles são abordados por uma maligna organização criminosa detentora da mais alta tecnologia, mas salvos pelos “G.I. Joes”. Então começa uma aventura em luta pelas armas e o destino do mundo pelos desertos do Egito, as ruas lotadas de Paris até as calotas polares do Ártico.
Simples assim! Diretor Stephen Sommers pode não ser o melhor diretor do mundo, mas soube fazer duas coisas. Cenas de ação que não deixam tão barato a Transformers: A Vigança dos Derrotados e prestar homenagem aos brinquedos que eu e outros milhões de crianças tivemos na infância. A cena em Paris, como souberam aqui, foi feita magistralmente com muito menos CGI do que se imagina. Sim, eles detonaram muitos carros. Além do que o filme é como uma mistura de cutscenes bem produzidas de jogos com os personagens live action em uma mistura muito melhor que muito filme de sucesso por aí. Tudo bem que o roteiro não é uma história de Sherlock Holmes e tem a profundidade de uma colher de chá, mas Sommers faz um trabalho ótimo em fazer-nos esquecer do roteiro e ficar deslumbrado com a velocidade do filme, sem perder nas explicações.
Tudo bem, o elenco não é assim o melhor de todos. Os bandidos da organização de Cobra são os melhores, com Christopher Eccleston como Destro, a gostosíssima e maior estrela do filme Sienna Miller – muito mais gata morena – como Baronesa e Joseph Gordon Levitt como o Doutor. Outro monstro sagrado da atuação (odeio essa expressão) é Jonathan Price como Presidente dos States e o lendário e imortal comandante Falcon (General Hawk) de Dennis Quaid. De resto temos outros curiosos atores como Adewale Akinnuoye-Agbaje como Heavy Duty, Rachel Nichols maravilhosíssima como Escarlate, Ray Park (Darth Maul) como Snake Eyes e os não tão geniais Marlon Wayans (Ripcord) e Channing Tatum (Duke). Se você notar bem rapidamente tem a participação mais que especial de Brendan Fraiser como treinador de lutas dos Joes.
O mais impressionante foi ver várias reações de críticos conhecidos sem nem ao menos ter ido a uma exibição da impressa. É criticar por criticar mesmo. Quanto a essas opiniões internéticas eu nem vou comentar… “pré-conceito”. Tirando isso de lado, G.I. Joe tem uma coisa muito simples. Você deixa seu respeito pela veracidade científica e pelas reviravoltas de trama e embarca na viagem de ação como quando você fazia aqueles bonecos super divertidos pulando, lutando e destruindo bandidões insanos quando era criança. Stephen Sommers usou brinquedos gigantes para recriar algo que existia apenas na cabeça dos fãs. Claro, tem os momentos “vergonha alheia” em um ponto aqui e alí e a comédia não é requintada como a de um filme de Woody Allen, mas poxa… YO JOE, galera. São os antigos Comandos em Ação.
Além disso, o filme faz jus ao nome de Origem de Cobra. É mais um filme “begins” do que tudo. Explica todas as novidades, coloca o universo bem detalhado para os espectadores – as vezes a ponto de insultar a nossa inteligência, mas tudo bem, eles podem pois foram os primeiros a passarem “moral da história” nos desenhos animados” – e deixa tudo engatilhado para uma sequência bem fodáxima.
Só de ver um General Hawk de carne e osso em forma de Dennis Quaid, já valeu a entrada. De lambuja tivemos Rachel Nichols e Sienna Miller em roupinhas… hmmmm. Como se não bastasse, ainda ganhamos fantásticas cenas de ação, algumas risadas e muito Snake Eyes chutando sérias bundas fantasticamente. Não bastasse isso, tem a gente aqui no ZeroOitocentos recomendando com todas as forças do universo conhecido pelo homem a assistir A Origem de Cobra.








Caro fanboy:
Verdade seja dita. A Paramount escondeu o filme da crítica pois sabiam muito bem que é ruim, e nada de desculpas!
Clichê extremo. Piadas e trocadilhos nos momentos mais impróprios, referências toscas, e um exagero tão extremo nos efeitos que parece filme infantil. quem não viu, baixe o torrent, pensem bem antes de gastar dinheiro.
Agora, se você não liga muito pra isso e quer passar o tempo, vai nessa. Programão pra criançada ou para quem é fã da série.
Só não perde para o DBE, arg!!!
Caro Crítico,
Queria um filme que não fosse clichê e com final surpreendente, fosse assistir Os Suspeitos ou algum filme do gênero noir. Aqui é filme blockbuster, para a família, mas também para os marmanjos que babam nos seus heróis de infância e mesmo tendo escondido da crítica, ainda tiverem críticos favoráveis AND bilheteria fantástica. Faz a tarefa de casa antes de criticar. Mas quanto a gosto, cada um tem o seu. Eu particularmente gostei.
Simplesmente fantástico, pura ação, digo, AÇÃO, quem gosta de emoção, luta, e uma história que na minha opinião é engraçada e bem trabalhada deve assistir o filme no cinema, efeitos e atores que gostei muito, apesar dos bonecos que inspiram os JOES não serem da minha época, aguardarei ansiosamente G.I JOE II
Tava sumido Allyx ahuhauh
Mas, você resumiu bem. É ação pura e simples, sem nenhuma reflexão. Se não gostam, melhor não assistirem mesmo. hehehe
Sério a crítica não foi nada imparcial (nem sei se era pra ser)… seus olhos devem ter brilhado quando viu o filme (tipo cachorro na frente da “tv” de frango giratório)… O filme não é ruim, mas os efeitos são bem fraquinhos e as atuações são caricatas. Mas vale uma baixada grátis. Não o ingresso do cinema.
Mestre Zen eu entendo sua felicidade em ver seus bonequinhos em um filme de verdade.