Crise abate GM Brasil
A crise da GM também anda refletindo no Brasil.
A montadora, que fica no “tecnopolo” de São José dos Campos, emprega cerca de 8.900 pessoas e produz modelos como Corsa, Zafira, Meriva e as picapes Montana e S10; demitiu 744 funcionários nessa segunda feira dia 12 de janeiro. A medida acabou resultando em greve. Hoje, terça-feira, pela manhã os funcionários da GM pararam de trabalhar durante uma hora como forma de protesto.
O corte, segundo a General Motors, abrange apenas funcionários temporários que haviam sido contratados como reforço para as linhas de montagem. A queda das vendas e a recessão do mercado significa que a produção vai ser reajustada e diminuirá substancialmente.
Já o sindicato dos metalúrgicos, na contra mão, exige que a empresa readmita os dispensados e que lhes conceda estabilidade contratual. Afirmam que apenas 600 dos 744 funcionários demitidos eram terceirizados, 144 representam a redução efetiva do quadro dos trabalhadores.
A GM se defende e afirma que esta tomando medidas para atenuar o problema e afirma que quando o mercado reagir os funcionários demitidos terão prioridade. O executivo afirmou ainda que se o sindicato tivesse aprovado um acordo de horas extras poderia ter evitado as demissões.
A crítica recai sobre a inflexibilidade dos sindicatos. E a crítica dos sindicatos recai sobre a necessidade de demitir para equilibrar as dívidas.







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