Criadores de Lost planejam trazer Torre Negra as telonas
Se você for fã de Lost, Torre Negra ou qualquer coisa entre eles, pode ficar feliz. O fodáximo J. J. Abrams falava ao IGN promovendo Star Trek quando deixou escapar sobre os seus direitos de filmagem sobre Torre Negra. A saga famosa de Stephen King que sinceramente eu nunca vi mais gorda já está na boca das interwebs hollywoodianas. Sobre a adaptação, Abrams foi bem categórico:
“Damon Lindelof e eu conversamos sobre o Sr. King. Nós temos os diretos para um filme [de Torre Negra]. Damon está obviamente ainda em ‘Lost’ e nós temos trabalhado juntos em ‘Star Trek’. Assim que Lost acabar, esperamos começar a pegar a idéia disso.”
Damon Lindelof também andou abrindo o bico em sites sobre Lost.Falando para o site Lostpedia, ele deixou claro como Lost é o único empecilho para a adaptação.
“Nós estamos tão focados no final de Lost que é realmente difícil pensar em outra coisa. A última coisa que nós queremos pensar é em como adaptar uma série de sete livros de, você sabe, basicamente o escritor que nós mais admiramos e nos espelhamos de todos e que inspirou mais nosso trabalho, e fazer qualquer coisa com isso. Eu acho é uma tarefa tão grande. Nós temos uma tarefa muito grande a frente já [com o final de Lost].”
Olha, eu acho que é uma combinação difícil de dar porcaria. King, Abrams e Lindelof são um páreo duro. A coisa tomando um rumo no estilo Senhor dos Anéis para Peter Jackson seria no mínimo épico, concordam? São sete livros, deve ter muita história para rolar. Mais novidades sobre a produção nós te avisamos.








PQP! Eu ainda preciso terminar de ler o primeiro livro, ahueahuehuahuae.
Será épíco quando esta saga se iniciar nos cinemas. Aguardo anciosamente.
Sabendo de mais coisas, a gente informa aqui. Fica ligado aí
“A coisa tomando um rumo no estilo Senhor dos Anéis para Peter Jackson…”
Depende… se for em nível de produção, de investimento, sim, ia ser épico.
Já em termos de adaptação… na boa. Peter jackson fez merda. Lord of The Rings ficou ultra bobão no filme, e cheio de “licensas poéticas” desnecessárias