25 de outubro de 2009 às 10:00

Bons Costumes [Crítica]

bons costumes

God Bless Jessica Biel…

Tinha tanto para ser ótimo, mas… Como o filme estrela minha Top 1, a.k.a. bitch do Justin Timberlake (corrigindo erros =]…), não poderia deixar de criticar esse filme. Curiosamente é remake de um filme de Alfred Hitchcock de 1928 e as estranhezas não para por aí. Um filme de premissa muito simples, tem piadas muito simples, diversão muito simples e simplesmente falou película ao final dos créditos. Não chega a ser um dos piores filmes do mundo, pois tem coisas interessantes, mas também está longe de ser uma história peculiar.

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John Whittaker, um jovem inglês, apaixona-se loucamente por Larita, uma americana sexy e glamorosa, e eles se casam num ato intempestivo. Entretanto, quando o casal volta para a casa dos pais dele, a sra. Whittaker se toma de imediata antipatia pela sua nova nora. Larita se esforça para se adaptar, mas não consegue escapar dos campos minados colocados pela sogra e rapidamente percebe o seu jogo e se dá conta de que precisa lutar, senão ela perderá John. Segue-se uma batalha sutil e sagaz e logo as faíscas começam a voar para todos os lados. A sra. Whittaker manipula todas as situações para sabotar Larita, enquanto esta mantém a calma e prepara o contra-ataque contra a sogra.

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Acho que um dos pontos altos do filme é a direção, especialmente na escolha do elenco e no aspecto musical do filme. Se alguém quiser me dar essa trilha sonora, eu seria eternamente grato pelo resto dos meus suspiros na terra. Stephan Elliot assina a direção e o roteiro. Show em um, tristeza no outro, que é uma adaptação para comédia romântica do thriller de Hitchcock. A música conta com performances de músicas dos anos 70, 80 e 90 em ritmo de Foxtrot e estilos dos anos 30. A recriação de época também ficou de primeira linha. Simplesmente fodástica.

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No quesito atuação, o elenco é simplesmente fantástico. A minha e só minha Jessica Biel, além de Kristin Scott Thomas e Colin Firth contribuiriam com sua experiência ao lado de Ben Barnes e Charlotte Riley. Não tem muito que se possa dizer. Continuo achando Colin Firth um tipo meio esquisito. Ele as vezes parece sem sal, mas consegue passar o que está sentindo, é estranho. De qualquer forma, palmas para eles e para a maravilhosa cena da dança no filme, que inclusive tem um trechinho no trailer. Tango ruleia fuderosamente. E claro que uma estrela vai para Biel sozinha. A minha e só minha é simplesmente fantástica tanto na atuação quanto na gostosura. A rápida cena de sexo eu nem comento. ;]

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A outra estrela vai para a direção que ficou bem estruturada. E o resto não vale nem o arroz do PF no boteco sujo. Sinceramente, não vale um ingresso de cinema. Nem sei se vale a locação. Vale talvez ver as cenas de Biel no Youtube e esperar passar na Sessão da Tarde. A trilha sonora eu acho que vale, cada centavo. Inclusive a Jess – olha o entrosamento – também canta nela. Tenho que admitir esperar um pouco mais da película, principalmente no quesito comédia. Coisas melhores para se assistir no cinema, com certeza. ;]

Crítica