Bons Costumes [Crítica]


God Bless Jessica Biel…
Tinha tanto para ser ótimo, mas… Como o filme estrela minha Top 1, a.k.a. bitch do Justin Timberlake (corrigindo erros =]…), não poderia deixar de criticar esse filme. Curiosamente é remake de um filme de Alfred Hitchcock de 1928 e as estranhezas não para por aí. Um filme de premissa muito simples, tem piadas muito simples, diversão muito simples e simplesmente falou película ao final dos créditos. Não chega a ser um dos piores filmes do mundo, pois tem coisas interessantes, mas também está longe de ser uma história peculiar.
John Whittaker, um jovem inglês, apaixona-se loucamente por Larita, uma americana sexy e glamorosa, e eles se casam num ato intempestivo. Entretanto, quando o casal volta para a casa dos pais dele, a sra. Whittaker se toma de imediata antipatia pela sua nova nora. Larita se esforça para se adaptar, mas não consegue escapar dos campos minados colocados pela sogra e rapidamente percebe o seu jogo e se dá conta de que precisa lutar, senão ela perderá John. Segue-se uma batalha sutil e sagaz e logo as faíscas começam a voar para todos os lados. A sra. Whittaker manipula todas as situações para sabotar Larita, enquanto esta mantém a calma e prepara o contra-ataque contra a sogra.
Acho que um dos pontos altos do filme é a direção, especialmente na escolha do elenco e no aspecto musical do filme. Se alguém quiser me dar essa trilha sonora, eu seria eternamente grato pelo resto dos meus suspiros na terra. Stephan Elliot assina a direção e o roteiro. Show em um, tristeza no outro, que é uma adaptação para comédia romântica do thriller de Hitchcock. A música conta com performances de músicas dos anos 70, 80 e 90 em ritmo de Foxtrot e estilos dos anos 30. A recriação de época também ficou de primeira linha. Simplesmente fodástica.
No quesito atuação, o elenco é simplesmente fantástico. A minha e só minha Jessica Biel, além de Kristin Scott Thomas e Colin Firth contribuiriam com sua experiência ao lado de Ben Barnes e Charlotte Riley. Não tem muito que se possa dizer. Continuo achando Colin Firth um tipo meio esquisito. Ele as vezes parece sem sal, mas consegue passar o que está sentindo, é estranho. De qualquer forma, palmas para eles e para a maravilhosa cena da dança no filme, que inclusive tem um trechinho no trailer. Tango ruleia fuderosamente. E claro que uma estrela vai para Biel sozinha. A minha e só minha é simplesmente fantástica tanto na atuação quanto na gostosura. A rápida cena de sexo eu nem comento.
A outra estrela vai para a direção que ficou bem estruturada. E o resto não vale nem o arroz do PF no boteco sujo. Sinceramente, não vale um ingresso de cinema. Nem sei se vale a locação. Vale talvez ver as cenas de Biel no Youtube e esperar passar na Sessão da Tarde. A trilha sonora eu acho que vale, cada centavo. Inclusive a Jess – olha o entrosamento – também canta nela. Tenho que admitir esperar um pouco mais da película, principalmente no quesito comédia. Coisas melhores para se assistir no cinema, com certeza.







Caro Mestre Zen AkA F.Q,
Por favor me informe onde Jessica Biel foi a bitch do Ryan Reynolds, pois esse eu perdi e quero assistir.
Sortudo fi duma…. é mesmo, pois é casado com a Deusa Scarlett Johanson, que de bitch não tem nada. (Ou tem, pelo fato de estar com ele e não comigo… hahaha…. podre essa!)
ah é, ela era a bitch do justin timberlake, fiz um swing sem querer, foi mal
Ihhhh…. o pior é que é mesmo! Blade Trinity! Fodão mesmo… cata todas. Dá para fazer uma lista…
Aprenda uma coisa com a Tia aqui… Com minha experiência de vida, e com esse filme, ninguém pode negar que NUNCA se case e vá morar na casa da mãe. Pode ser a melhor sogra do mundo, mas não rola.
Eu achava que seu lance era a Megan Fox…
A Megan Fox é gostosa bagarái, é eleita a mais sexy de 2008, uma verdadeira autoridade no assunto gostosura e talz, mas a minha top 1 é e sempre foi a minha e só minha Jess huhauhau.. E a Hayden Panettiere era a “musa” eleita dos leitores da Colírio