2 de setembro de 2008 às 23:23

Australiana ganha prêmio por salvar o mundo com teoria rejeitada por filme

armageddonQuem aqui não se lembra da fantasia que foi o filme Armagedon, de Michael Bay? Pois então, os menos desmemoriados devem lembrar que enquanto um meteoro gigante do tamanho do Texas caminhava rumo ao planeta, os cientistas da NASA pensavam em várias formas de impedir a catástrofe apocaliptica. Em um dos planos apresentados os cientistas propunha aterrisar uma nave que colocaria “velas solares” que faria com que os ventos solares pegos por essas velas laminadas levassem o asteróide para outro curso. Ao qual o personagem de Billy Bob Thorton reclamou dizendo:

“Qual é, rapazes! Nós temos que bolar algo realístico aqui!”

Nem a história do fime e nem a teoria dos cientistas hollywoodianos são tão absurdas assim. No ano de 2029 está programada a passagem do asteróide Apophis – que ao contrário do filme, tem apenas 270 metros de largura – a uma proximidade significante da órbita da Lua. Enquanto a maioria de nós nem se preocuparia com isso, outros desocupados nerds criaram uma “Competição para Mover Asteróides” com o intuito de escolher o trabalho com a melhor teoria de como deferir o asteróide de se colidir com o planeta.

Então, o The Register informou que Mary D’Souza recentemente ganhou uma competição pelo trabalho entitulado “O Conceito de Uma Vela Solar para a Deflecção do 99942 Apophis”. O plano da moça consiste em embrulhar o asteróide com um tipo de película laminada, que faria a pressão da radiação solar mover o asteróide do seu curso.

Muito bem, ao invés de fazer algo cientificamente plausível e perfeitamente executável, vamos desconsiderar isso e enviar o Bruce Willis com meia dúzia de ex-presidiários alucinados para furar e plantar bombas nucleares e garantirem a segurança do planeta. O roteirista que teve esse insight brilhante estilo Duro de Matar foi Jonathan Hensleigh. Bom trabalho, Jonny!

Ciência