A Orfã [Crítica]


Tem algo errado DEMAIS com Esther
Tenho que admitir que não dava nada para esse filme pelas fotos, trailer e etc. Principalmente o poster que parece até ridículo. Eu vi a primeira vez e deu vontade de rir, não de ficar com medo. Filmes de crianças assustadoras geralmente forçam tanto que te rendem risadas ao invés de medo. Com excessão de A Profecia e O Exorcista, claro. Aqueles são de dar medo antes mesmo de entrar no cinema. E mesmo o filme tendo todos os clichês ridículos de filmes com criancinhas assustadoras, dessa vez a coisa como um todo até funciona.
Na história de A Orfã, Kate e John formam um casal estremecido pela perda de sua terceira filha ainda durante a gravidez. Eles se mantém unidos também por conta de seus filhos, Daniel e a pequenina Max que é também deficiente auditiva. Como forma de superar de vez suas perdas, o casal decide adotar uma criança. Quando eles levam para sua casa a pequena Esther de 9 anos, uma série de eventos estranhos começam a acontecer. Kate passa a acreditar que há algo errado com a garota, mas ao tentar convencer John a investigar o passado de Esther, ele não dá atenção a seus alertas até que possa ser tarde demais.
Bla, bla, bla… E o diretor espanhol Jaume Collet-Serra bem que poderia ter dispensado alguns clichês e editado o filme ferozmente para 1 hora e meia, ao invés de suas duas horas. Muitas cenas clichezentas e desperdiçadas por pura falta de inspiração diretorial. Agora, da mesma forma que ele desperdiçou quase meia hora de nossas vidas, também trouxe algumas das cenas mais perturbadoras de um suspense envolvendo crianças que já vi. A cena inicial já dita o clima: “Esse filme não será nem um pouco leve”. Então diria que ao mesmo tempo que ele consegue ser visualmente muito perturbador em momentos, também se perde em outros. Seria uma direção 50/50 por cento.
Os responsáveis por fazer o casal Kate (Vera Farmiga) e John (Peter Sarsgaard) são no nível mediano. Eles dão a atuação padrão de filme de terror, nada demais. Agora, na hora que passamos para o elenco infantil, acho que foi a maior lavada em atuação que já vi. Esqueça o pequeno ator que interpretou qualquer Damien e até deixe o chorão Haley Joel Osment de sexto sentido de lado. Isabelle Fuhrman que interpreta Esther se sobressai em todos os pontos, seja interpretando uma personagem bem mais nova (ela tem na verdade 12 anos), quanto convencendo como a mais nojenta vilãzinha de pasquim ou sendo assustadora. Essa menina simplesmente me dá calafrios, até quando é boazinha. Outro destaque é a pequenina de aproximadamente 6 a 7 anos Aryanna Engineer (a menina se chama “Aryanna Engenheira”, sério!!!) que interpreta a deficiente auditiva Max. Primeiro que ela é tão fofa que dá vontade de levar pra casa e segundo que a menina interpreta tão bem que esqueci por um momento que era uma atriz mirim. E ela é deficiente auditiva de verdade, coisa mais linda.
A história pode ser clichezenta, e os primeiros 20 a 30 minutos depois da cena inicial podem até chegar a dar sono, já que os sustos são previsíveis, temos o típico personagem que é simplesmente burro e não quer enxergar o óbvio, aquela personagem desacreditada que ninguém escuta, os acidentes bizarros e impossíveis de acontecer que ninguém testemunha, entre todos aqueles clichês de filmes de terror com criança que estamos cansados, mas com certeza o final vai ser inusitado e o suspense vai aos poucos te deixando cada vez mais agoniado, que é o propósito do filme. A construção do suspense é respeitada nos moldes tradicionais e vai levando a um certo climax, e temos que respeitar isso.
No geral é um bom filme de suspense, que foge da onda atual de thrillers sobrenaturais com antagonistas imortais e tudo mais. Na verdade só de ter um final ligeiramente diferente já é uma boa. Agora só fico triste e com certeza perde meia estrela porque com certeza vai fazer possíveis pais adotivos ficarem bem mais temerosos em adotar uma criança crescida de hoje em diante. Não que alguém vai rejeitar a idéia porque viu o filme, mas a desconfiança pode imperar com mais facilidade e o mundo da adoção de crianças ao invés de bebês já é muito complicado. Como estou em um clima generoso e estamos cheios de feriados, é até uma boa pedida de suspense para o fim de semana.








M.E.D.O. dessa menina, isso sim
Tem algo errado DEMAIS com Esther [2]
PQP, pra mim é 5 estrelas, gostei muito mesmo do filme, o final foi bem inesperado, digo, as revelações do final, essa “garota” é BIZARRA
Só não dei nota maior pelos problemas acima citados, mas é um bom suspense
Acho que o filme merece pelo menos 4 estrelas cheias , além de outras coisas o filme merece pelo final surpreendente , pela descoberta do que realmente faz com que Esther seja tão diferente das outras crianças de 9 anos com certeza, praticamente 100% das pessoas que assistiram o filme não imaginavam de forma alguma que o segredo de ESther fosse aquile.
Como vc mesmo disse um dos maiores trunfos do filme senão o maior deles foram a atriz que interpreta Esther , mas principalmente a atriz que faz a Max ela é foi mínimo perfeita , é impossível não ficar hipnotizado pela atuação da pequinininha.
Quem ainda não assistiu , deve ver, pois com certeza o filme surpreende.
Só não dei 4 estrelas cheias pela péssima edição que poderia ter enxugado um pouquinho o filme AND a estrela final ficou por conta dos trocentos clichês de filmes de terror com crianças, MAS é um bom filme mesmo assim, principalmente com final surpreendente.
Valeu pelo comentário.
Muito bom, filme gostei bastante! Sobre a questão de ser 2 horas, eu só percebi depois que o filme acabou e olhei para o relógio e
– putz tenho que ir pra casa rápido! kkk
Fora isso o filme foi bom!
É, no caso é porque eu notei uma certa enrolação em vários pontos da história, mas nada que estragasse o filme enormemente. Só alguns clichês que poderiam ficar de fora, mas de qualquer jeito, nota alta pra esse porque merece.
Confesso que não gosto muito de filmes de suspense porque fico agoniada depois…rs, mas falaram tanto deste que resolvi ver.
Realmente o desfecho é inesperado e muito interessante! A atriz Isabelle Fuhrman foi tão fantástica que eu custei a acreditar que tinha apenas 12 anos (agora 13)! Aplausos para o elenco infantil!
Vale a pena.
Confesso que fiquei muito aliviada em saber o “segredo” de Esther.. hehe.. “Ah, é??? Ah, então pode matar essa desgraçada agoraaaa!!!!!” hahaha… Muito bom o filme e principalmente a atuação da protagonista (assisti ontem e hoje tive que vir pesquisar se ela era realmente uma menininha! Afffff..)
Suspense pra mim é pior que terror!!
Mas vale a pena assistir!
a Aryanna Engineer não é surda de verdade.
Na ficha dela do imdb dizia que sim.
Agora to confuso.
vi em alguns sites, inclusive na wikipedia que ela nao eh surda/muda, mais sim a mae dela, ela foi descoberta quando conversava com sua mae
Eu naum gosto muito de ver sangue… mais eu naum tenho medo de ver filmes de terror… Mais o probrema dela é que ela mata as pessosas com marteladas, com pedradas, com queimadas… Ela quase mato a criancinha de 5 ou 6 anos dentro do carro, sorte que o carro bateu na neve… E na parte que ela foi tinando e mancara, a dentadura… ela parecia uma velha… sei la, ela tava muito feia com aquela boca enrrugada… Sinceramente eu naum gostei desse filme… Eu naum consegui dormi no outro dia, de medo :(
Adorei o filme!
Posso dizer que não gosto muito desse genero, e que, na minha opinião, eu não acho que esse filme deva ser classificado tambem como terror…
Acho que o filme merecia pelo menos 4 estrelas. Tudo bem que há certa enrolação, mas convenhamos, é um filme de suspense, esse tipo de filme tem que ser longo, mas como disse, é oque EU acho…
O final foi surpriendente, porque a todo o momento ficamos nos perguntando “por que ela é assim?”
“por que ela faz isso?” “o que ha de errado com essa garota?”.
Não gosto de filmes de terror, porque não vejo razão em ver uma série de mortes, seguidas de tripas, ossos, membros arrancados e litros e litros de sangue sendo desperdissados em 1h e meia da minha vidinha preciosa…
Pode-se dizer que o filme “A Orfã” não é a criação do século, mas supéra muitas chacinas produzidas nos dias de hoje…
O que mais me surpriendeu foi o uso de crianças como protagonistas de uma história como essa, a atuação de Isabelle Fuhrman foi surpriendente!
Interpretar uma personagem como Esther não é nada facil, pois as mudanças de carater e personalidade dificultam muito na compreenção do personagem, em um certo ponto do filme ela se mostra uma menina docil, inteligente e boa, mas ao longo do filme ela se revela uma criança perturbada, e que pode ser comparada com uma psicopata.
Enfim, posso dizer que é um ótimo filme, o desfexo da história é surpriendente, e na minha opinião, você não estará PERDENDO 2h de sua vidinha, mas as gastando com alguma coisa util e que vale apena ser vista.