Trailer do adeus à série de espionagem "The Americans"

Está aí o trailer da sexta e última temporada da série de televisão “The Americans”, do canal FX.

Passado nos últimos anos da Guerra Fria, acompanha um casal de espiões russos que vive infiltrado na sociedade norte-americana em Washington, muito perto dos centros de decisão do país.

Os protagonistas, Philip (Matthew Rhys) e Elizabeth Jennings (Keri Russell), lutam para manter um aspeto de normalidade numa vida que é tudo menos tranquila e comum.

Os últimos dez episódios terão lugar numa época em que Mikhail Gorbachev assume o poder na União Soviética e ventos de mudança ameaçam varrer a Rússia e a América, criando novos perigos. Crescentes divergências no seio do KGB trazem um antigo agente de volta ao conflito e podem colocar Philip e Elizabeth em lados opostos no preciso momento em que a Guerra Fria atinge o ponto de ebulição.

A sexta e última temporada de “The Americans” estreia a 28 de março, nos EUA.

Os filmes da semana – estreias nos cinemas a 15 de março de 2018

 Lara Croft é a independente filha de um aventureiro excêntrico que desapareceu quando ela chegou à adolescência. No presente, com 21 anos, sem qualquer rumo, ou objetivo real, Lara percorre as ruas de Londres como estafeta de bicicleta, com um parco salário. Também frequenta a universidade, mas raramente vai às aulas.

Determinada a criar o seu próprio caminho, recusa-se a assumir as rédeas do império global do pai com a mesma firmeza com que rejeita a ideia de que ele realmente morreu. Aconselhada a enfrentar os factos e a seguir em frente após sete anos sem ele, nem a própria Lara consegue entender o que a motiva a finalmente resolver o enigma da misteriosa morte do pai.

Deixando tudo para trás, Lara parte em busca do último paradeiro conhecido do pai: um túmulo lendário numa ilha mítica que poderá ficar algures ao largo da costa do Japão. Mas a sua missão não será fácil; conseguir chegar à ilha será extremamente arriscado. Contra as probabilidades e armada apenas com a sua perspicácia, fé cega e espírito intrinsecamente teimoso Lara tem de aprender a superar os seus limites enquanto viaja para o desconhecido.

Tomb Raider

2018 | Fantasia, Aventura, Ação | 118 min

Com Alicia Vikander, Walton Goggins, Hannah John-Kamen

Realização Roar Uthaug

Class. etária M/12

Estreia em Portugal 15 Mar. 2018

Distribuidor NOS Audiovisuais

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Ciúme / Jalouse (2017)

Nathalie Pêcheux, uma professora divorciada começa de repente a sentir inveja de todos os que as rodeiam, incluindo a sua filha, amigos e vizinhos. E não olha a meios para destruir essa felicidade que tanto inveja nos outros.

Ciúme

Ciúme Jalouse

2017 | Comédia | 102 min

Com Karin Viard, Anne Dorval, Anaïs Demoustier

Realização David Foenkinos, Stéphane Foenkinos

Class. etária M/12

Estreia em Portugal 15 Mar. 2018

Distribuidor Outsider Filmes


Colo (2017)

Em Lisboa, uma mãe trabalha em dois empregos enquanto o seu marido ficou desempregado. Têm uma filha adolescente. Com as dificuldades que se vão acumulando, gradualmente eles afastam-se uns dos outros, e uma tensão cresce em silencio e culpa. O filme é uma reflexão muito actual, e quase serena, sobre o nosso caminho comum como sociedades europeias de hoje, sobre o nosso isolamento, a nossa perplexidade perante as dificuldades que nos vão surgindo, sobre a nossa vida nas cidades e dentro das nossas famílias. É um filme em tensão crescente que nunca chega a explodir.

Colo

Colo

2017 | Drama | 135 min

Com João Pedro Vaz, Alice Albergaria Borges, Beatriz Batarda

Realização Teresa Villaverde

Class. etária M/16

Estreia em Portugal 15 Mar. 2018

Distribuidor No Comboio


Com Paixão / The Mercy (2017)

Crónica da trágica tentativa do velejador Donald Crowhurst de vencer uma corrida em solitário à volta do mundo, em 1968. Após encontrar dificuldades no início da viagem, Crowhurst abandonou a corrida em segredo, mas continuou a relatar falsas posições, numa tentativa desesperada de completar a prova.

Com Paixão

Com Paixão The Mercy

2017 | Drama | 101 min

Com Colin Firth, Rachel Weisz, David Thewlis

Realização James Marsh

Class. etária M/12

Estreia em Portugal 15 Mar. 2018

Distribuidor Pris

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Como Nossos Pais (2017)

Rosa quer ser perfeita em todas as suas obrigações: enquanto profissional, mãe, filha, esposa e amante. No entanto, quanto mais tenta, mais tem a sensação de estar a errar.

Filha de intelectuais dos anos 70 e mãe de duas meninas pré-adolescentes, vê-se pressionada pelas duas gerações que exigem que seja moderna e omnipresente, uma supermulher sem falhas nem vontades próprias.

De súbito, num almoço de domingo, recebe uma notícia estrondosa da sua mãe. A partir desse episódio, Rosa inicia uma redescoberta de si mesma.

Como Nossos Pais

Como Nossos Pais

2017 | Drama | 102 min

Com Maria Ribeiro, Paulo Vilhena, Clarisse Abujamra

Realização Laís Bodanzky

Class. etária M/14

Estreia em Portugal 15 Mar. 2018

Distribuidor Alambique

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O Último Retrato / Final Portrait (2017)

Enquanto visita Paris, em 1964, James Lord (Armie Hammer), escritor americano e amante das artes, é convidado pelo reconhecido artista Albert Giacometti (Geoffrey Rush) a pousar para um retrato. Giacometti assegura a Lord que o processo demorará apenas alguns dias. Lisonjeado e curioso, Lord concorda. Assim começa não só a história de uma peculiar amizade, mas também uma exploração, através do olhar de Lord, sobre a beleza, frustração, profundidade e ocasional caos do processo artístico.

O Último Retrato

O Último Retrato Final Portrait

2017 | Histórico, Drama | 90 min

Com Geoffrey Rush, Armie Hammer, Clémence Poésy

Realização Stanley Tucci

Class. etária M/12

Estreia em Portugal 15 Mar. 2018

Distribuidor NOS Audiovisuais

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Que o Diabo nos Carregue / Que le diable nous emporte (2018)

Uma mulher descobre curiosas mensagens eróticas num telemóvel perdido num comboio. Quando conhece a jovem a quem o telefone pertence, as duas iniciam uma relação.

Que o Diabo nos Carregue

Que o Diabo nos Carregue Que le diable nous emporte

2018 | Drama | 98 min

Com Fabienne Babe, Isabelle Prim, Anna Sigalevitch

Realização Jean-Claude Brisseau

Class. etária M/16

Estreia em Portugal 15 Mar. 2018

Distribuidor Leopardo Filmes

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The Strangers: Predadores da Noite / The Strangers: Prey at Night (2018)

Uma viagem de família torna-se perigosa quando, à chegada a um parque de auto-caravanas onde contam passar alguns dias com parentes, encontram o local misteriosamente deserto. A coberto da escuridão, um trio de psicopatas mascarados faz-lhes uma visita e testa todos os limites dos membros da família enquanto estes lutam pela sobrevivência.

The Strangers: Predadores da Noite

The Strangers: Predadores da Noite The Strangers: Prey at Night

2018 | Terror, Thriller | 85 min

Com Christina Hendricks, Bailee Madison, Martin Henderson

Realização Johannes Roberts

Class. etária M/18

Estreia em Portugal 15 Mar. 2018

Distribuidor NOS Audiovisuais

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Últimas Conversas (2015)

A partir de entrevistas feitas com jovens estudantes brasileiros, Eduardo Coutinho tenta entender como pensam, como sonham e como vivem os adolescentes de hoje.

Últimas Conversas

Últimas Conversas

2015 | Documentário | 85 min

Com Eduardo Coutinho

Realização Eduardo Coutinho

Estreia em Portugal 15 Mar. 2018

Distribuidor Nitrato

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Homenagem a Stephen Hawking no Discovery Channel

Homenagem a Stephen Hawking no Discovery Channel

O Discovery Channel presta homenagem ao cientista britânico com a transmissão de três episódios de “O Universo de Stephen Hawking”, este domingo.

No próximo domingo, o Discovery Channel muda a programação habitual para prestar homenagem a Stephen Hawking, o famoso físico teórico, astrofísico, cosmólogo e cientista britânico que faleceu esta quarta-feira, aos 76 anos.

A partir das 14h55, poderá assistir a três episódios da série “O Universo de Stephen Hawking”, programa nomeado para dois Emmys onde o cientista explora os mistérios mais insondáveis do cosmos.

A emissão arranca com o episódio “Estamos Sozinhos? (14h55), onde Hawking aborda um dos mistérios que mais fascina a humanidade: a possível existência de vida extraterrestre e inteligente. Ao longo de quase uma hora, o cientista britânico leva os espetadores numa viagem espacial desde as luas de Júpiter até às galáxias mais escondidas do Universo.

A seguir, às 15h45, Hawking tenta responder à pergunta: “É possível viajar no tempo?” e explora a possibilidade de deformação do tecido do tempo e do espaço à medida que o movimento acontece nos corpos, algo que, até então, só fora visto em obras de ficção.

A programação especial termina com o terceiro episódio, “A História do Tudo”. A partir das 16h35, o  astrofísico mostrará as curiosidades do cosmos, acompanhando-as com uma explicação magistral sobre a criação do próprio universo, a formação de estrelas e os enigmas que rodeiam a existência de buracos negros.

A programação especial em homenagem a Stephen Hawking pode ser vista este domingo, 18 de março, a partir das 14h55, no Discovery

Star Wars | Mark Hamill diz que gostaria de voltar a interpretar Luke Skywalker


Em recente entrevista para a ABC News, o ator Mark Hamill (“Star Wars: Os Últimos Jedi“) foi questionado se gostaria de voltar a interpretar o personagem Luke Skywalker nos próximos filmes da franquia “Star Wars“. Algo que o ator demonstrou interesse:

“Se você não pode se divertir fazendo um filme de ‘Star Wars’, você tem sérios problemas. Ouça, coloque em bons termos para mim. Porque está tudo nas mãos de JJ [Abrams, diretor do próximo filme da franquia].”

O correspondente da ABC News, Clayton Sandell, compartilhou em sua conta oficial do Twitter o momento da entrevista com Mark. Veja abaixo (sem legendas):

“J.J. Abrams, ligue para o seu escritório. Acho que está bastante claro que Hamill quer uma nova oportunidade de interpretar Luke Skywalker.”

“Star Wars: Os Últimos Jedi” termina com Luke se sacrificando para proteger a Resistência. A morte de Luke dividiu a opinião dos fãs e, com isso, muitos esperão que ele volte no Episódio IX como um fantasma da Força, assim como Yoda, Obi-Wan e Anakin fizeram antes dele.

O próximo filme da franquia, “Han Solo: Uma História Star Wars”, estreia em 24 de maio deste ano. Já “Star Wars: Episódio IX” tem estreia mundial prevista para 20 de dezembro de 2019.



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3 Filmes (Mais um Plus) Indispensáveis para quem Trabalha com Comunicação

3 Filmes (Mais um Plus)

Indispensáveis para quem Trabalha com Comunicação

Você trampa em agência? Agência digital? Manja das artes? É comunicativo? Entende tudo de Facebook, Instagram, Google, Linkedin, as redes sociais tudo? Não trabalha com isso ainda, mas quer saber mais? Então esse artigo é para você meu companheiro comunicador (e futuros comunicadores). Só a gente entende os desafios da nossa área, ser fora da caixa é só o topo do iceberg. Esses 3 filmes + um plus, podem  te ajudar a ter bons insights.

1 – Obrigado por Fumar (Thank you for Smoking) – 2005

A sátira produzida em 2005 conta a história do principal porta voz dos direitos do tabaco nos Estados Unidos, Nick Nailor, que promove os benefícios do cigarro. Ele utiliza de uma linguagem provocadora e grandes eventos da mídia para salientar sua luta contra o que ele chama de “cruzada injusta” contra produtos deste meio.

Nick se junta a outros representantes “injustiçados” como Polly Bailley, que representa a indústria de bebidas alcoólicas e Jay Bliss, argumentando a favor das armas de fogo. Juntos formam o M.O.D squad, “Merchants of Death.

A importância do filme para comunicadores é a relação do personagem principal com a mídia e a maneira que ele a usa em seu favor. Um bom profissional deve saber se comunicar com seu público independente do meio ou produto. Não é por nada que a assessoria de imprensa é um setor que está ganhando cada vez mais espaço tanto dentro de empresas, como de agências, até mesmo as digitais.

Na internet as notícias e a velocidade de informação chega ao consumidor/público cada vez mais rápido e as agências digitais devem estar preparadas para lidar com informação disponível. Principalmente em casos de controle de crises. Ultimamente, grandes empresas estão perdendo grandes batalhas para a internet.  Como por exemplo, a Friboy, que ao tentar apaziguar uma crise, veiculou comerciais antigos, deixando a impressão que a carne ofertada estava quase dois anos vencida.

 2 – Os Delírios de consumo de Becky Bloom (Confessions of a Shopaholic) 2009

Como falar da relação dos consumidores com o capitalismo sem trazer esse filme? Becky pode parecer louca, mas ela é na verdade, uma caricatura exagerada de qualquer pessoa que viva em grandes cidades hoje. Na verdade, com a internet, você não precisa nem viver em um lugar movimentado para ser quase tão consumista como ela, as lojas hoje te seguem para quase qualquer lugar do mundo. Agradeça o Google e as agências de e-commerce por isso.

O filme transmite com maestria a relação dos consumidores com as lojas e o como eles querem se sentir ao comprarem um produto. Qual sensação aquela marca transmite? Como o comprador se vê usando aquela determinada roupa? Como ele que se ver? Como você quer que ele se veja? Essas são perguntas que qualquer comunicador precisa se fazer.

Sinopse: Rebecca Bloomwood consegue é um emprego como colunista de finanças, porém seu sonho mesmo é trabalhar em uma revista de moda lançada pela mesma editora.  Ao mesmo tempo em que sua carreira como colunista vai de vento em popa, sua compulsão por compras por acabar de vez com tudo que ela conquistou e arruinar suas chances de trabalhar em sua revista preferida.

Outra recomendação para quem quer entender melhor a relação do consumidor com os produtos, é o filme “Do que as Mulheres Gostam”. Mel Gibson interpreta um publicitário considerado machista que após um acidente, passa a ouvir o que as mulheres pensam. Afinal, a melhor maneira de conquistar as mulheres (e os consumidores) é dizendo o que querem ouvir.

3 – A Rede Social (The Social Network) – 2010

O nome do filme é a Rede Social, acredito que todos já pegaram a sua importância.  Afinal de contas, quantas vezes checamos nossas redes sociais por dia? Eu por exemplo entro no meu Facebook antes mesmo de escovar os dentes e duvido que você seja diferente. Se for, meus parabéns.

Qualquer empresa, agência digital, e-commerce, blogueiro, youtuber e até mesmo, você meu caro leitor, precisam saber trabalhar com esses meios. A sua imagem hoje tem um valor imensurável, qualquer recrutador com certeza vai checar o seu Linkedin (já passou da hora de criar um) e talvez até o seu facebook antes de te contratar. Ele precisa entender quem realmente se encaixa naquele perfil.

A mesma regra funciona para as marcas. Os consumidores também querem saber mais sobre um anunciante antes de comprarem.  Afinal, a competição está cada vez maior e os detalhes são o que vão te diferenciar dos outros comerciantes. Entender as premissas de uma rede social como o facebook pode te ajudar a ter insights importantes sobre o seu funcionamento.

Sinopse: O estudante de Harvard Mark Zuckerberg cria um novo conceito que toma proporções maiores do que ele estava esperando.

Plus – Brinquedos que marcaram época (Toys That Made Us) 2017

A série documentário produzida pelo Netflix utiliza a história de brinquedos para transmitir a importância que todos os setores da comunicação têm no lançamento de um produto. Ele analisa quatro marcas conhecidas nesse meio (J-I-JOE, Barbie, Star Wars, He Man) e enquanto avança em suas histórias, fica claro o papel da mídia e do marketing no sucesso de cada um deles.

É um documentário bem leve e muito interessante que é importante tanto para profissionais de marketing – pois ele explica a importância da escolha do público, funcionalidade e design do brinquedo.  Quanto para profissionais de agências digitais – pois outro fator importante para o sucesso de uma marca está em como ela é comunicada e onde.

Se você não sabe ainda onde quer atuar, esse documentário pode te ajudar a entender quais as funções de cada profissional da comunicação e te trazer bons insights para quando estiver atuando na área.

 

 

 

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Os Outros Caras [Crítica]

Tendo decolado com uma fantástica campanha de divulgação que chegou a pendurar Will Ferrell Mark Wahlberg em cabos no último MTV Movie Awards, eles conseguem resgatar uma mistura de non-sense com as obviedades americanas e fazer um trabalho decente em uma comédia que pode não agradar a todos, mas com certeza agradará os bolsos de dois astros não no auge de seu jogo.

Em Os Outros Caras, Allen Gamble é um contador forense que prefere trabalhar no escritório a ter que ir para a rua. Terry Holtz é um policial durão, que precisa aguentar Allen como parceiro desde que brigou com o ídolo do baseball Derek Jeter. Eles têm como ídolos os melhores policiais da cidade, Christopher Danson e P.K. Highsmith, mas são os últimos na lista de sucessão dos mesmos na força policial de Nova York. Quando surge uma oportunidade para que demonstrem seu trabalho, Allen e Terry tentam se espelhar nos ídolos e usar seu estilo próprio para que consigam conquistar reputação e algum respeito.

Apesar de não ser a parceria mais venerada pela crítica de Ferrell e o diretor Adam McKay, que trabalharam juntos em Quase Irmãos, Talladega Nights e Escorregando para a Glória, ainda assim acredito que seja a melhor pelo fato de conseguir misturar orçamento, elenco de peso, comédia non-sense e uma montagem impecável. Usando filmes de ação como fundo inspirador, McKay consegue manter um rítmo para a película sem cair no ostracismo de paródias “Em Pânico” e similares, fazendo um tributo e crítica, simultaneamente, aos antigos filmes policiais. Na trilha sonora, boas adaptações de músicas do momento, dando um bom passo ao filme. Resgatar momentos e diálogos que só poderiamos ver nos clássicos Monty Python britânicos é algo sem preço. Ponto para MacKay, que também é co-roteirista e produtor. Obra completa. Talvez o único erro sejam algumas quebras de lógica e pequena perda no ritmo da narrativa em certa parte do filme. Mas, tudo em nome do “bom policial”.

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A participação especial de Dwayne “The Rock” Johnson e narrativa de Samuel “Muthafuckin” L. Jackson já valeriam o ingresso. Mesmo assim e com Ferrell nunca sendo capaz de segurar sozinho uma comédia ou Wahlberg atuando tão bem quanto minha bola esquerda em dia de frio, eles conseguem trazer alguma vida aos personagens e a capacidade de Will Ferrell de se passar pelo ridículo com uma cara séria é além das capacidades humanas. Destaque para a gostosa mor do filme, Eva Mendes, que usa decotes maravilhosos boa parte do filme e interpreta a esposa de Gamble. Aliás, a habilidade de Gamble pouco explorada no trailer é um dos pontos altos, cheio de easter eggs ao longo do filme, procurem. A interpretação mor de toda a película fica por Michael Keaton. Bizarro, eu sei. Mas, ele consegue entregar as falas mais absurdas sem nem pestanejar. Interessante ver como McKay resgatou o ator do limbo completo. Ainda vale o vilão ser o Justiceiro Ray Stevenson.  Prêmio “gostosa revelação” vai para Natalie Zea como ex-namorada de Holtz, personagem de Wahlberg.

Obviamente não é um sucesso como Se Beber, Não Case, mas também não pretende ser o fiasco de O Elo Perdido de Will Ferrell, mas é uma comédia razoável, que pode se tornar boa alternativa caso já tenha visto vários dos trocentos bons filmes em cartaz. Inclusive, Ferrell chega aos cinemas brasileiros com 2 títulos na mesma semana. Protagonizando na voz do icônico Megamente. Os Outros Carasestá repleto de participações especiais, piadas sem sentido, mas menos piadas sujas do que normalmente vemos em comédias de Ferrell e uma boa dose de paródia policial. No geral é uma recomendação razoável, mas nunca percam seu sono por conta de boa divulgação. #ficadica

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Critica: Skyline

Provando que os melhores efeitos não são tudo em Hollywood

Durante muito tempo se deu o debate sobre Avatar te sido apenas efeito e uma história fraca. Refutei veementemente essas críticas e pela primeira vez venho com provas factuais de quão errôneas foram essas alegações. Boa parte da equipe da WETA, responsável pelos efeitos gráficos dos bichinhos azuis, trabalhou em Skyline – A Invasão. O resultado é um gráfico realista, belíssimo e super bem tratado, talvez um dos melhores efeitos computadorizados desde o próprio Avatar, mas provam apenas que isso, isolado de todo o resto, de nada vale.slyline-critica

A história do filme conta simplesmente de um grupo de jovens que prospera e em época de festas em Los Angeles, acaba por se ver no meio de uma invasão alienígena misteriosa que extermina bilhões de pessoas ao redor do mundo. Em meio ao caos, os jovens tentam sobreviver e superar seus dilemas pessoais.

Na verdade, essa sinopse fraca é até uma foçada de barra para estender a profundidade do filme, que nem chega a tanto. Os irmãos Colin e Greg Strause assinam uma direção bem marromenos de um roteiro podríssimo escrito por Joshua Cordes e Liam O’Donnell. Vale lembrar, que os irmãos Strausse assinaram alguns dos efeitos visuais mais fodáximos dos últimos 5 anos em seu currículo, mas diretorialmente assinaram apenas o fiasco Aliens vs. Predador 2. Isso já diz tudo que preciso. Mesmo assim, não pecam em seus efeitos, sua área de domínio, mas pecam em todo o resto, da história, a ritmicidade do filme, a truques baratos de câmera e o fato de desprezarem as partes que talvez fossem as únicas que salvassem o filme, os dilemas pessoais, editando a coisa toda em um pacote enfadonho de 1 hora e pouco de película.

skyline

O filme basicamente não tem elenco, visto que os alienígenas em forma de máquinas orgânicas são melhores atores que todo o elenco junto. A única que talvez pudesse quem sabe um dia atuar seria Scottie Thompson no papel de Elaine, mas mesmo assim os diálogos não colaboram. Tem também participação de David Zayas que sempre faz ponta como bandido em filme de ação de quinta, vide Mercenários, e a gostosa Crystal Reed, que entra muda e sai calada. Um fiasco total de elenco.

Imaginei que com uma premissa tão boa e um trailer tão isntigante – com milhares de pessoas sendo sugadas para a morte por naves alienígenas – o filme tinha suas chances. É a grande chance de explorar o horror do extermínio e extinção. Mas, sem roteiro, sem elenco e direção pobre, o filme se baseou totalmente nos efeitos. Por eles, realmente vale dois pontos inteiros. É um dos melhores portifólios gráficos que os irmãos Strausse poderiam ter criado para si, com um pequeno detalhe… Eles não precisam de currículo como artistas de CGI, já são consagrados. Eles precisavam era de uma estréia diretorial decente e isso foi ainda pior que seu trabalho anterior. Sim, em questão de história, Skyline consegue ser pior que Aliens vs Predador 2, algo que já diz o que pretendo com a crítica do roteiro. Um filme tão vazio, serve para mostrar que sucessos como o de Avatar não se resumem apenas a uma boa equipe de efeitos como alguns haviam afirmado, mas uma mistura de fatores fundamentais e fodáximos que Skyline não chegou perto em seus sonhos mais insanos.

Não recomendo por nada nesse mundo, apenas um dia em um canal HD da TV a cabo e olhe lá. Para aproveitar os efeitos bem aproveitados. Fora isso, fiquem longe do filme. Dica do Mestre.

Você pode ler mais sobre o filme também aqui.

A Vida e a Mutabilidade

Uma das características mais interessantes da vida é a sua mutabilidade. Talvez essa seja a característica mais forte da minha… O clichezão “o mundo da voltas” pode até ser considerado meu lema. Eu me meto num  monte de robada, faço a coisa errada, mas no fim do dia… O que importa de verdade é que to aqui pra contar a história.

Tenho uma realidade paralela e autista. Na minha cabeça coisas estranhas acontecem aos fatos e, em alguns momentos, eu já não consigo distinguir o real e a criação. Alguém (muito sábio) uma vez me disse que se você acreditar de verdade numa mentira… Ela se torna a sua própria verdade.

Considero, então, a vida como minha criação própria. Entre as verdades e as mentiras conheço apenas minhas crenças. Uma crença cética em mim mesma. Às vezes eu acredito em deus… Na maior parte do tempo… Não.

Às vezes eu quero ter a vida exemplar. A maior parte do tempo… Não faço nada de exemplar. Mas se eu me pinto assim… Porque não ser um quadro exemplar para meus próprios moldes?

Não tenho moldes a maior parte do tempo.

Mas é bom, de fato, se espalhar por ae.

Ultimamente tenho pensado muito na continuação da “própria vida”. Fim do ano presto medicina pela terceira vez – sim… sim… AGORA VAI, ao melhor estilo sou brasileira e não desisto nunca. (Propaganda fascita de merda…)

E depois de uma longa pausa as coisas parecem estar se encaminhando… Engraçado, no meu mundo autista o encaminhar tende a ser sempre o mesmo. Teimosia. Mais uma das minhas agradáveis facetas.
Tive três namorados e algumas paixões intermediárias. Vivi então uma porção de vidas, uma porção de futuros, todas minhas mentiras-verdades. Foram inúmeros filhos diferentes, de nomes mudados caras trocas. Cachorro, casa na praia, férias na Europa, lua de mel na índia. Cunhados, cunhadas. Sogra chata. Problemas de família.

Tudo parte de um futuro inexistente.

O grande problema do fim de um relacionamento é justamente abdicar dessa vida criada no íntimo. Lançar minhas verdades ao maldito vento. Perceber que eu minto para ser feliz. Mas… Quem não mente? Talvez eu apenas minta mais. Ou acredite mais. Talvez não.

O ponto é que a gente aprende com isso. Ou pelo menos acha que aprende. Falar desse tipo de futuro esteve durante uns bons 3 ou 4 anos fora da minha realidade. Frases como “você é o homem da minha vida” hoje se resumem ao meu avô.

Umas coisas a gente aprende. Outras acha que aprende. Eis que me vejo de novo falando sobre futuro e construindo filhos, casas e cães.

Mentido.

Minto, hoje, com um pouco mais de magoa. Com mais medo. Com algum ressentimento; de enganar, de estar sendo enganada.

Não queria amar esses filhos, mas já os amo. Amo ainda mais do que os outros, pois esses fazem parte do meu presente… Quem vive de passado é museu. Amo ainda todos os outros filhos, mas amo apenas o que eles representaram. Amo perdidamente todos os meus filhos inexistentes. Mentindo pra mim mesma vou construindo minha verdade. Preciso arriscar… Porque… Porque… Eu sou teimosa!

E tenho que ser teimosa! Delinear o que eu acredito e a distância entre mentira e sonho é algo incalculável.

Então a gente sonha, mente, faz e acontece… O necessário para ser feliz, ou se sentir feliz. Duas coisas completamente diferentes.

Minto, minto, minto mesmo! E vou continuar mentido… Porque… Quem sabe… Se eu acreditar de verdade essa vez… A mentira enfim não vira a tal da “própria verdade”.

obs: todas as imagens são do GENIAL René Magritte.

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Harry Potter e As Relíquias da Morte – Parte 1 [Crítica]

A guerra, o horror, o Dobby…

Depois de muita espera, antecipação e outros blockbusters estreando este ano – inclusive com direito a competição brasileira pesada nas bilheterias – chega o filme do bruxinho, que não é tão “inho” mais. Com um tom extremamente sobrio, muita violência explícita e até um pouco de nudez, a primera parte do último capítulo da saga da batalha entre “o menino que não morre” e “aquele que não deve ser nomeado” chega aos cinemas com uma legião de fãs aos seus pés e um diretor digno de parabéns.

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Em Harry Potter e As Relíquias da Morte – Parte 1, nosso personagem homônimo, que completa 17 anos, se vê as voltas da perseguição por parte de Voldemort e seus seguidores capazes de se infiltrarem nos mais altos escalões do poder na magia. Enquanto tem o apoio da Ordem da Fênix e seus amigos para se esconder, tem que continuar sua buscar pelas Horcruxes, objetos mágicos que contém partes da alma de Voldemort. A medida que Harry, Hermione e Ron vão ficando sem lugares para se refugiarem, o cerco aperta e eles não tem outra saída a não ser continuar a perigosa busca para encontrar os artefatos, mas em meio a sua busca vão enfrentar todo tipo de dificuldades e até mesmo encontrar uma lenda tão antiga quanto a própria magia.

O diretor David Yates quebra todos os paradigmas com sua última criação, em um tom mais do que sombrio, cenas extremamente explícitas – tendo em vista a fonte da qual foi tirada – uma trilha sonora magistral e, principalmente, toda uma equipe de filmagem de primeira. Talvez, além da forte vontade de quebrar com o legado de Chris Columbus e seus primeiros filmes, fazendo algo absolutamente maduro e não-infantil, conseguiu conquistar sem dúvida o melhor e mais adulto filme da franquia. Do topo das suas conquistas, estão as belíssimas locações em diversas partes da Europa, além de uma cenografia e figurinos espetaculares, que ao mesmo tempo que chamaram a atenção, não desviaram o foco do espectador da carga dramática da película. Uma obra prima diretorial, com certeza.

No elenco, o destaque não é Radcliffe, dono de um papel na carreira, ou mesmo de alguns dos melhores personagens da história e até do glorioso Ralph Fiennes na pele do “cobroso” Voldermort. O maior destaque vai para Rupert Grint, que evoluiu 5000% desde sua primeira atuação no primeiro filme como Ron. Em momentos, sua própria expressividade e presença de cena fazem rir, sem contar ótimas pérolas do diálogo. Ao mesmo tempo ele conseguiu ser sombrio e tenebroso em momentos. Grint é seguido apenas da gloriosa Emma Watson, que além de ter crescido graciosamente, consegue passar a emoção com meia levantada de sobrancelha. Superioridade e sutileza magníficas da escola britânica de atuação. Em terceiro lugar vem a participação curtíssima, mas mais que especial de Bill Nighy, provavelmente o ator mais gabaritado do elenco. Infelizmente não só sua participação foi curta, mas reza a lenda dos leitores fiéis – já que não li quase nada dos livros – que sua caracterização do personagem é bem diferente dos livros. Culpa do roteirista, galera. No mais, quem mais poderia receber a condecoração de melhor atriz senão Helena Bonham Carter, mais uma vez irreconhecível no papel de Bellatrix Lestrange.Crítica-Harry-Potter-e-as-Relíquias-da-Morte-Parte-1

Com bom diretor, atuação e um roteiro decente, para os fãs da franquia será um prato cheio. Quem mais assistiria que não os fãs? Envoltos em mistério e devoção depois de 6 longos filmes e 7 conturbados livros. Claro que o filme tem seus escorregões. Acompanhado de experts na coisa, foi visível o desprezo por alguns momentos e personagens chave e a exaltação de um retorno de outros filmes, como o elfo Dobby. Não considero um spoiler já que ele aparece no trailer, mas é óbvio que sua aparição e os fatos que se desenrolam a partir daí são uma contraposição a infantilidade dos filmes anteriores. Estamos diante de uma guerra, e como tal, é hora de confrontar os momentos e a obscuridade que tal momento representa. Harry, Hermione e Ron estão sozinhos, diante de problemas reais, uma visão quase apocalíptica de um mundo agora distópico controlado pela magia. Não é brincadeira, amiguinho. Dobby retrata tudo isso e assistindo o filme pode-se notar porque.

Não existe espaço para simpatia, para meias palavras, para graças veladas. Falando em graças, os elementos cômicos são infinitamente melhores do que quaisquer outros em qualquer outro momento dos filmes. Até mesmo as piadas se mostram mais pesadas e mais adultas. Deixem as crianças em casa e dispensem até suas vassouras, agora a coisa é totalmente séria. O preparativo para o último e impressionante filme promete tudo que não vimos no filme anterior, com bastante ação, comédia, romance, até um pouco de tensão sexual a mais e um final apoteótico. Vale com certeza o ingresso, se já acompanha a algum tempo essa aventura. Senão, recomendo começar a ler/assistir a obra.

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O Filme/Livro 1984 e a Reforma Trabalhista.

Quem já leu ou assistiu o filme 1984, sabe do futuro (que agora é passado) era previsto por George Orwell como um controle das massas através de um trabalho incessante e de qualidade inferior, que tem como principal objetivo fazer com que a população se ocupe, gere riquezas para os afortunados, e esqueça que a vida além do trabalho não anda lá tão boa.

No Livro, Winston Smith, o personagem principal, trabalha no Ministério da verdade, que de verdade não tem nada, e único objetivo é de falsificar as informações repassadas para a população, criando e modificando a história para encaixar nas “verdades” colocadas gu ela abaixo pelo políticos do Mega bloco.

É como quando juntaram o Ministério do Trabalho e Emprego, com o da Previdência. Piorou os dois.

Uma realidade aonde o mero costume de se manter um diário, é crime com pena de morte. Visto que a verdade sempre será o que os mais fortes queiram que seja, não os fatos que realmente aconteceram durante determinado tempo.

1984

Essa premissa me parece muito com o que anda acontecendo no Brasil nos últimos tempos.

Por essas terras tupiniquim, anda se modificando a verdade, se mudando a história, para mudar-se a legislação ao bel prazer dos poderosos.

E não venho aqui, escrever diante de vocês, para falar que ou Lula, ou Dilma ou Temer.. ou qualquer outro político é culpado ou inocente. Toda essa confusão e bipartidarismo, só gera mais ainda o que estão acima querem. Que todos foquem e briguem com seus “textões” no Facebook, com palavras rasas e fundamentações escassas, sobre quem é mais culpado do que quem.

Esquece-se que todos eles, desde que o Brasil tem esse nome, agiram de forma diferentes, mas me parece que com um objetivo igual.

Alguns se manqueiam de direita, ou de esquerda e vão enganando a população, pensando só em proveito próprio, como sua releição, ou em proveito das pessoas próximas deles, com inúmeros pagamentos irregulares de valores exorbitantes.

E agora, para finalizar, a população é mais uma vez enganada com a reforma trabalhista, achando que o Brasil precisa que os empregados trabalhem mais, ganhem menos, e assim, todo mundo será rico.

Ledo engano, daquele desconhecedor da realidade trabalhista no nosso país, que uma reforma que prejudique o trabalhador tanto como essa, vai ajudar o país a se tornar um lugar melhor para viver.

Então, o que podemos fazer?

Agora mais do que nunca, é importante que escolhamos melhor nossos políticos, acompanhemos de perto quem anda fazendo o que com nosso dinheiro.

É hora de se informar, conhecer melhor os seus direitos, saber o porque de que nosso país anda da forma que está. A culpa é nossa de não prestarmos atenção no que a direito, esquerda ou centro anda fazendo com as leis.

Além dos fatores externos, é hora também de verificarmos também o que anda acontecendo em nossa própria “casa”. Por exemplo, muito dos clientes que converso, se quer já olharam seu CND INSS e sua Certidão Negativa da Receita Federal. Só vão saber com quanto vão se aposentar na hora de sua aposentadoria, o que na maioria das vezes é tarde demais.

É hora de colocarmos a rédia curta nos políticos. Acredito seriamente que um país unido poderá se fortalecer e se livrar das amarras impostas por eles.

Que todos vejam através de toda essa confusão que agora reina, essa divisão que só machuca nossos direitos.

Espero que a população enxergue a tempo e que possa reverter este quadro.

Um forte abraço.

Post feito com parceria com o site: https://cndinssbr.com/